Quando se trata de trabalhar no exterior, precisamos estar em busca não só de melhores salários, como de uma boa qualidade de vida. Apesar de propósitos diferentes, é nisso que a maioria de nós pensamos quando decidimos nos desapegar da velha rotina.

Uns optam pelo intercâmbio rápido, para fazer aquele pé de meia e aproveitar para conhecer novos ares. Outros querem criar raízes e construir família.

Mas, quais países lideram os bons salários e a boa qualidade de vida? Estamos aqui para te mostrar!

Aterrissagem e decolagem são considerados os momentos mais perigosos de um voo.

Mas, afinal, quais países lideram os bons salários e a boa qualidade de vida? Estamos aqui para te mostrar tudo com detalhes. Nos acompanhe…

Qualidade de vida no exterior

Qualidade de vida para uns, não necessariamente atendem os mesmos critérios para outros. A experiência geral figura entre estilo de vida, facilidade de transporte, segurança, serviços de saúde e instalações no país. Quanto a experiência pessoal, a vida social é analisada pelos estrangeiros.

A Suíça, por exemplo, foi apontada como um dos melhores países para se viver, em termos de qualidade de vida. Mas, no quesito social, deixa a desejar.

No caso da Alemanha, oferece melhor segurança de trabalho e, no caso da Suécia, muitos trabalhadores elogiaram o equilíbrio entre trabalho e vida particular.

O Vaticano é, territorialmente, o menor país do mundo, com 0,44 km². Já a Rússia, o maior, com 17.045.400 km2, o dobro da área do Canadá, segundo maior país.

Os 10 países que lideram o ranking são:

1. Suíça
2. Alemanha
3. Suécia
4. Emirados Árabes Unidos
5. Noruega
6. Singapura
7. Áustria
8. Hong Kong
9. Reino Unido
10. Bahrein

Dá para notar a hegemonia da Europa, com seis das dez primeiras posições. Os Estados Unidos ficaram no 30º lugar, já o Brasil, no 57º lugar.

Países com os melhores salários

A Suíça, mais uma vez, vence disparado, oferecendo um valor anual de US$ 188.275 (R$ 601.952), quase o dobro da média mundial.

O país é sede de diversas empresas multinacionais, entre elas a farmacêutica Novartis, a Glencore (principal companhia privada dedicada a compra, venda e produção de matérias-primas e alimentos do mundo) e a firma de serviços financeiros e investimentos UBS Group AG. A sede da ONU também está na Suíça.

Em segundo lugar, quando o assunto é apenas salário, ficou Hong Kong, com um pagamento médio de US$ 169.756 (R$ 542.743), seguido pela Índia, que registra US$ 145.057 por ano (R$ 463.776). Os EUA aparecem em sexto, com uma remuneração anual de US$ 129.794 (R$ 414.977).

O euro é a moeda oficial de 15 dos 27 países-membros da União Européia.

Quando se trata de fazer carreira, no quesito desenvolvimento de trabalho a longo prazo e perspectivas financeiras, 60% dos trabalhadores – de uma pesquisa feita pelo HSBC – garantiram que Hong Kong e Singapura ofereciam as melhores oportunidades.

Quanto aos “pacotes de benefícios”, que incluem seguro saúde, moradia e passagens de avião para visitar o país de origem, os melhores destinos para se trabalhar são os países do Oriente Médio, como Bahrein e Emirados Árabes Unidos.

A índia, apesar de ser o terceiro país no ranking de melhores salários, não aparece no top 10 do ranking do contexto geral, dando-se pelo fato da qualidade de vida, aparecendo apenas na 26º colocação.

O Templo de Lótus, é uma Casa de Adoração Bahá’í situado em Nova Deli, na Índia, popularmente conhecido como Templo de Lótus devido a sua forma de flor.

É considerada um dos melhores lugares para progredir em termos de carreira ou para começar um negócio – ou até mesmo para conquistar objetivos financeiros a longo prazo.

Uma curiosidade é que, segundo o HSBC, cerca de 89% dos empregados estrangeiros que se mudam para o país, recebem um benefício financeiro adicional referente à mudança.

38% dos trabalhadores disseram que, graças a esses benefícios, eles poderiam poupar dinheiro para conseguir financiar a educação dos seus filhos no futuro e conseguiriam melhorar sua situação econômica a longo prazo.

Em comparação com outros países da Ásia, a Índia atrai ainda a maior porcentagem de trabalhadores estrangeiros que se tornam empresários. Os 11% expatriados na Índia acabam criando sua própria empresa, em comparação com uma média de 5% no resto do continente.

Antes que você continue lendo o nosso conteúdo, dá uma olhada nesses outros artigos aqui que irão te ajudar mais sobre o tema:

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    País que lidera o ranking na América do Sul

    Bom, quando pensamos em países para trabalhar como estrangeiro, o mundo não deve girar só em torno só da Europa e da América do Norte.

    No nosso território, o Equador aparece no topo, figurando em 1ª posição nas vertentes de: melhor país para expatriados, finanças pessoais e custo de vida. Quanto à qualidade de vida, em 2º lugar, atrás apenas de Singapura. E na facilidade de adaptação, em 3º, perdendo para o México (1º), e para a Nova Zelândia (2º).

    Países que oferecem visto de trabalho para Brasileiros

    Às vezes, quando optamos por sair da nossa zona de conforto, encaramos até a ilegalidade em outro país. Mas, isso não precisa – nem deve – acontecer com você, aqui estão alguns países que concedem o seu visto:

    América do Sul

    1- ARGENTINA

    Por conta de acordos entre os países do Mercosul, isso é mais fácil do que você pensa. Brasileiros podem pedir um visto de residência temporária que permite trabalhar, viajar e estudar na Argentina. A autorização vale por dois anos e pode ser renovada.

    2- URUGUAI

    A situação é a mesma da Argentina (e de outros países do Mercosul, como o Paraguai). É possível trabalhar, seja de forma temporária ou permanente, no país. Basta seguir o passo a passo legal, disponível no guia do Ministério das Relações Exteriores sobre o assunto.

    Existem lugares com selos de passaportes raros e muito cobiçados.

    O Uruguai até mesmo incentiva a abertura de empresas por parte de estrangeiros, num processo que não é muito burocrático.

    América do Norte

    3- ESTADOS UNIDOS

    Embora tenha fama de dificultar na hora de conceder vistos, os Estados Unidos oferecem diversas possibilidades para brasileiros que sonham em trabalhar no exterior e ser tudo nos trâmites da lei. Um dos mais conhecidos é o visto J-1, para intercambistas.

    Esse é o visto utilizado por quem faz os programas “work and travel”, em que o viajante trabalha por um determinado período que varia, normalmente de três meses, e depois viaja pelo país.

    Esse também é o visto que deve ser solicitado por estudantes de pós graduação e especialização, para programas de emprego de verão, estágios universitários e programas do tipo au pair.

    O H-1B é outro visto para trabalho temporário nos Estados Unidos. Pode ser pedido por profissionais com bacharelado e que tenham uma proposta para trabalhar temporariamente numa empresa americana, em cargo que exija o diploma.

    Apenas 65 mil vistos desse tipo são fornecidos por ano. O processo é burocrático: a Embaixada norte-americana recomenda que o pedido do visto seja feito pelo menos 120 dias antes da data prevista de trabalho.

    O monumento foi um presente do governo francês ao povo norte-americano por ocasião do Centenário da Independência dos Estados Unidos.

    Já o visto (L-1) é para profissionais de empresas internacionais que serão transferidos para a sede da empresa nos Estados Unidos.

    4- CANADÁ

    Desde junho de 2014, as regras mudaram no Canadá, agora não é mais possível trabalhar durante uma viagem. Mas isso não significa que não haja outras opções.

    Para estudantes de graduação e pós, houve uma facilitação, que agora podem trabalhar por até 20 horas semanais, inclusive fora do campus da universidade, sem precisar de autorização governamental. Sendo válido para cursos de pelo menos seis meses de duração.

    Europa

    5 – Irlanda

    Segundo o governo do país, nós formamos o segundo maior grupo de estrangeiros não europeus vivendo por lá – só perdemos para a Índia. Além de paisagens incríveis, os custos na Irlanda são um dos bem mais acessíveis, se lembrarmos que estamos falando da Europa.

    Mas houve um pequeno ajuste quanto ao visto estudantil – desde o dia 1 de outubro de 2015 – que também permite trabalho temporário, valerá por oito meses, não mais por um ano. São 25 semanas de curso, oito semanas de férias e direito a trabalhar 20 horas semanais.

    Oceania

    6 – Austrália

    É possível trabalhar de forma legal na Austrália, tanto temporariamente como permanentemente. Acessando o site do governo australiano você encontra informações sobre o tipo de visto que deseja adquirir.

    Lá você consegue ver quais áreas oferecem mais oportunidades de trabalho, quais conhecimentos são desejados pelo governo e até quais os direitos de um trabalhador no país.

    7 – Nova Zelândia

    Desde janeiro de 2014, o governo liberou a permissão de vistos para trabalhar temporariamente no país, desde que estejam fazendo cursos com duração maior que 14 semanas.

    Vale salientar que a Nova Zelândia fornece uma cota anual limitada de vistos do tipo Working Holiday Visa para brasileiros, que permite permanecer e trabalhar por um ano no país.

    Lembre-se que: o Seguro de Viagem é obrigatório em dezenas de países, inclusive na Europa, e importante em qualquer viagem.

    Alguns de nós procuramos países para trabalhar no estrangeiro querendo um caminho rápido para progredir na carreira, outros buscam sua poupança e outros almejam um melhor equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. O melhor destino para se trabalhar vai depender dos objetivos de cada um.