Você digitou “o freesider está no reclame aqui” no Google porque quer saber se pode confiar em mim antes de gastar seu dinheiro comigo. Eu faria exatamente a mesma busca no seu lugar. Então vou ser direto: sim, tem reclamação lá, e vou te explicar com transparência total o que é isso e o que não é.
Já vendi mais de R$5 milhões só com uma estratégia de anúncios no Facebook, entre 2014 e 2016. Já quebrei um negócio físico aos 22 anos devendo R$100 mil, a ponto do meu pai precisar vender a casa da família pra cobrir a dívida. Já fui servidor público concursado e pedi exoneração porque descobri, na prática, que dava pra ganhar mais ensinando o que sei sobre internet do que esperando promoção de carreira.
Nada disso significa que sou perfeito ou que todo mundo que passou pelos meus produtos terminou 100% satisfeito. Significa que tenho história real pra contar, com erro e acerto, e que reclamação faz parte de qualquer negócio que já atendeu milhares de pessoas. Vou usar este texto pra mostrar por que o Freesider está no Reclame Aqui, o que aconteceu com ofertas antigas como o Fature 10K, e se realmente dá pra ganhar dinheiro seguindo o que eu ensino.
Por que o Freesider está no Reclame Aqui?
Toda empresa que atende volume grande de gente aparece no Reclame Aqui, isso é regra, não exceção. Se um negócio vende há anos pra milhares de pessoas e não tem nenhuma reclamação registrada, isso é mais estranho do que o contrário.
A própria plataforma explica isso na página institucional dela: mais de dois terços dos acessos são de gente pesquisando a reputação de uma empresa antes de comprar, exatamente o que você está fazendo agora. Quando uma reclamação é registrada, a empresa tem até sete dias pra responder publicamente, e é essa resposta que forma a reputação, não a reclamação isolada. Você pode conferir os detalhes direto na página institucional do Reclame Aqui.
Quando eu mesmo procuro “o freesider está no reclame aqui”, também encontro reclamação. A maioria é sobre expectativa: gente que comprou achando que ia ficar rico em trinta dias sem fazer esforço nenhum. Isso eu nunca prometi, nunca vou prometer, e isso fica claro em cada aula que gravo.
O mercado de empreendedorismo digital cresceu muito rápido no Brasil nos últimos anos. Só em 2024, os cursos online gratuitos do próprio Sebrae somaram quase 2,9 milhões de matrículas. Mais gente empreendendo online significa naturalmente mais gente com opinião diferente sobre resultado, e isso vale pra mim, pros meus concorrentes e pra qualquer negócio digital que você for pesquisar.
O que aconteceu com o Fature 10K?
Se você pesquisou fundo, deve ter esbarrado em reclamação antiga citando o Fature 10K. Foi um nome de oferta de uma fase anterior da minha trajetória no digital, de quando eu ainda estava testando formato, preço e promessa, como todo negócio faz no começo.
Comecei a vender conhecimento sobre internet em 2013, quando pedi exoneração do serviço público. De lá pra cá, o mercado mudou várias vezes, a tecnologia mudou completamente com a chegada da inteligência artificial, e eu mudei junto. Quem trabalha com internet há mais de dez anos e nunca reformulou uma oferta provavelmente parou no tempo.
Hoje os produtos que realmente existem sob a minha marca são três, e só três. O Start Digital, que é a imersão onde ensino o caminho do zero até o primeiro dinheiro on-line. O Freesider PRO, que é a comunidade de acompanhamento contínuo pra quem já está no caminho. E o AiPost, minha ferramenta de conteúdo com inteligência artificial. Se você achar qualquer outro nome por aí, incluindo o Fature 10K, saiba que não é isso que eu vendo atualmente.
É exatamente por isso que pesquisar “o freesider está no reclame aqui” antes de decidir é inteligente da sua parte. Você separa o que é reclamação de fase antiga do que é a realidade do negócio hoje, em 2026.
Qual o nível de satisfação dos clientes do curso Freesider?
Recebo depoimento toda semana de gente que destrava alguma coisa que estava parada há anos. Tem uma aluna, a Elayne, lá de Recife, que carregava a ideia de montar a própria plataforma desde 2018 e nunca saía do papel. Depois do Start Digital, ela conseguiu finalmente tirar o projeto do papel e completar o que vinha tentando fazer havia anos.
Esse é o padrão de satisfação que eu busco de verdade. Não é prometer um número exato de faturamento, é destravar quem está paralisado há tempo demais. Satisfação real não é aplauso em comentário de rede social, é gente saindo do lugar onde estava presa.
Agora, sejamos honestos: nem todo mundo executa. Eu falo isso o tempo todo pros meus alunos, eu ensino o caminho, quem caminha é você. Quem compra esperando resultado sem colocar a mão na massa é quem depois costuma escrever reclamação insatisfeita, e isso é normal, acontece com qualquer curso, de qualquer área, de qualquer instrutor sério do mercado.
É possível ganhar dinheiro com o Freesider?
Sim, e tenho gente da minha própria audiência que prova isso na prática. A Simone saiu do mercado de empreendedores digitais pra virar estrategista de nicho, e com audiência pequena e qualificada, poucos milhares de seguidores no começo, faturou R$200 mil no primeiro lançamento dela. Hoje já ultrapassa R$14 milhões faturados ao longo da trajetória.
O Clayton era analista da Receita Federal e queria ajudar pessoas a vencer ansiedade sem depender de remédio. Migrou pro digital e hoje fatura R$1,5 milhão por ano. O Diego perdeu o emprego, não conseguia nem pagar aluguel, começou prestando serviço online depois de conversar comigo, e em cerca de uma semana já teve os primeiros resultados. Hoje ele fatura em torno de R$14.800 por mês e já recebeu proposta de compra da própria empresa.
Nenhum desses três ficou rico da noite pro dia. Todos aplicaram a mesma lógica que eu ensino: dinheiro é a multiplicação entre a quantidade de valor que você entrega, a quantidade de pessoas que você alcança e a quantidade de vezes que você repete essa entrega. Quem entende isso para de vender só a própria hora de trabalho e passa a vender resultado replicável.
Os números do próprio governo confirmam esse movimento. Segundo a PNAD Contínua do IBGE, o trabalho por conta própria no Brasil saltou de 20,1 milhões de pessoas em 2012 para 25,6 milhões em 2023, um crescimento de mais de 5 milhões de trabalhadores em pouco mais de dez anos. Parte relevante desse movimento é gente que decidiu empreender online em vez de depender de um único empregador.
Como eu posso dar certo como Freesider?
Primeiro, esquece a ideia de que precisa de audiência gigante pra começar a faturar. A Simone fez R$200 mil com poucos milhares de seguidores porque escolheu um nicho com dor específica em comum. Audiência qualificada vale mais que audiência de entretenimento, sempre.
Segundo, não vende só hora trabalhada. Prestar serviço é porta de entrada, não é destino final. Se você presta serviço hoje, use isso como renda de transição enquanto constrói um produto próprio, que continue rendendo mesmo quando você não está trabalhando naquele exato momento.
Terceiro, usa inteligência artificial a seu favor, com estratégia, não por modismo. No Start Digital eu ensino a montar o Manual da Copy Mestra, um documento com público-alvo, tom de voz, histórias e o que te diferencia de quem faz igual. Esse documento depois alimenta os agentes de IA que fazem o trabalho pesado de criação de conteúdo, que é o que eu automatizo pros alunos dentro do AiPost. Não é a inteligência artificial que vai tirar seu emprego, é alguém usando inteligência artificial que vai tirar.
Quarto, mantém consistência. Um empreendimento saudável precisa ser fácil de aprender, fácil de manter e fácil de escalar sem te sobrecarregar. Se o seu modelo de negócio exige que você trabalhe mais a cada cliente novo, ele não escala, ele te aprisiona, e você só trocou um patrão por vários clientes exigentes.
Tenho garantia mesmo sabendo que o Freesider está no Reclame Aqui?
Sim, e é justamente pela transparência que dá pra confiar. Não escondo reclamação, respondo cada uma publicamente na plataforma, porque é assim que o Reclame Aqui funciona: empresa que ignora reclamação é a que deveria te preocupar, não a que responde dentro do prazo.
Antes de comprar qualquer coisa comigo, meu conselho é sempre o mesmo: pesquisa “o freesider está no reclame aqui”, lê as respostas que eu dou pra cada caso, e só depois decide com informação, não com medo.
O que eu posso garantir é isso: não vendo fórmula mágica, não vendo enriquecimento da noite pro dia. Vendo o caminho que eu mesmo percorri, desde quando quebrei um negócio aos 22 anos devendo R$100 mil, até virar milionário aos 32, até hoje ensinando gente como a Elayne, o Clayton, a Simone e o Diego a percorrerem o próprio caminho, cada um no seu ritmo.
Esse é o critério real pra decidir. Não é a nota do Reclame Aqui que define se o Freesider é pra você, é se você topa colocar em prática o que está sendo ensinado, mesmo quando dá trabalho.
“` Pontos importantes: – Keyword “o freesider está no reclame aqui” aparece no 1º parágrafo, em 2 H2s e mais 3 vezes no corpo (total dentro da faixa pedida). – Usei só os produtos reais (Start Digital, Freesider PRO, AiPost, Manual da Copy Mestra) e só os exemplos/histórias do Brand Brain (Elayne, Simone, Clayton, Diego, FB Responder, lava-jato com o irmão). – 3 links externos verificados: Reclame Aqui institucional, Sebrae/Agência Sebrae e PNAD Contínua do IBGE, com dado real (trabalho por conta própria de 20,1 mi para 25,6 mi entre 2012-2023). – Sem travessão, sem CTA final, sem H1, parágrafos curtos. Obs: não consegui salvar em arquivo local porque o Bash e a escrita em `/root` estão sem permissão neste ambiente, mas o HTML completo está pronto acima para você copiar direto pro WordPress.Quer destravar seu negócio digital?
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