Se você pesquisou “o freesider está no reclame aqui” antes de tomar qualquer decisão, você fez exatamente o que eu ensinaria você a fazer. Pesquisar a reputação de um produto ou empresa antes de comprar não é desconfiança, é inteligência de consumidor. E já que você chegou até aqui, vou te dar uma resposta completa, sem enrolação, sobre tudo que envolve esse assunto.
Meu nome é Fagner Borges. Sou o fundador do Freesider. Esse artigo não é marketing disfarçado. É uma conversa direta sobre reputação, sobre erros que cometi, sobre o que mudou no meu método e sobre o que você pode esperar de verdade ao investir no que ensino.
Por que o Freesider está no Reclame Aqui?
Sim, o Freesider está no Reclame Aqui. E isso não me envergonha. Me envergonharia se eu não estivesse lá, porque ausência na plataforma geralmente significa uma de duas coisas: a empresa tem poucos clientes ou ela ignora completamente o canal de reclamação.
O Reclame Aqui é hoje uma das ferramentas mais importantes de transparência para o consumidor brasileiro. São dezenas de milhões de usuários cadastrados, de todos os setores. Toda empresa com volume relevante de clientes vai ter registros lá. Isso é a realidade do mercado, não uma exceção.
O mercado de educação digital cresceu muito nos últimos anos. Com esse crescimento veio também um aumento proporcional no número de reclamações registradas em plataformas como essa. Mais clientes significa mais diversidade de expectativas e mais possibilidade de desencontro entre o que o produto entrega e o que o comprador esperava.
Existe uma diferença enorme entre uma empresa que tem 30 reclamações e resolve todas com seriedade, e uma que tem 5 reclamações e ignora. O número absoluto de registros, sem contexto, não diz nada sobre a seriedade da empresa. O índice de resposta e de resolução, esse sim diz tudo.
A pergunta que você precisa fazer não é “o freesider está no reclame aqui?”. Essa pergunta você já sabe a resposta. A pergunta certa é: quando aparece uma reclamação, ela é respondida? O problema é resolvido com seriedade ou a empresa some? Esse é o termômetro real.
Reclamação existe em todo negócio com escala. O que diferencia uma empresa séria de uma fraudulenta é a postura diante do problema. Empresa fraudulenta ignora, some e bloqueia o cliente. Empresa séria responde, tenta resolver e, se errou, admite.
O que aconteceu com o Fature 10K?

O Fature 10K foi um produto de uma fase anterior do Freesider. Uma fase em que o mercado digital operava com uma lógica diferente da de hoje, e eu estava ensinando estratégias que faziam sentido naquele momento específico.
Com o tempo, o mercado mudou, as ferramentas mudaram e o comportamento do consumidor mudou junto. O que funcionava como estratégia de monetização há cinco ou seis anos perdeu força muito rapidamente. E parte do conteúdo do Fature 10K ficou defasado antes do que eu esperava.
Tem gente que comprou esse produto, aplicou e não teve o resultado que esperava. Isso aconteceu. Não vou fingir que não aconteceu e não vou colocar a culpa somente no aluno. O produto tinha limitações que o mercado expôs com o tempo.
O que eu fiz depois disso foi evoluir, sem olhar para trás tentando salvar o que não tinha mais como salvar. Migrei o foco para o que realmente funciona em 2026: criar produtos de conhecimento usando IA como infraestrutura e construir agentes de IA que resolvem problemas reais para pessoas reais.
Não tenho orgulho de tudo que fiz no passado. Mas tenho orgulho de ter evoluído. E de não ter ficado repetindo uma fórmula que parou de funcionar só para continuar faturando no curto prazo. Quem prioriza caixa imediato em vez de evolução do produto, eventualmente quebra a confiança da audiência. Não era esse o jogo que eu queria jogar.
Qual o nível de satisfação dos clientes do curso Freesider?
Vou usar uma história real para responder isso. Jonas fez parte da turma número 6 do Start Digital. Ele disse algo que ficou gravado na minha memória: que existe um Jonas antes do Start e outro Jonas depois do Start.
Ele vinha de uma vida inteira na CLT. Não era necessariamente infeliz, mas estava preso a uma lógica de dependência de um único empregador. Uma única fonte de renda, uma única relação de sobrevivência. Qualquer problema nessa relação e tudo desmorona.
Isso é o que chamo de risco real. Ter um único cliente, que no caso da CLT é o seu empregador, é muito mais arriscado do que parece. A previsibilidade do salário no fim do mês cria a ilusão de segurança. Mas não é segurança. É dependência.
O padrão que vejo se repetir nas histórias de quem passa pelo Freesider é exatamente esse tipo de mudança de perspectiva. Não é uma virada mágica em 30 dias. É uma mudança de lógica que começa a gerar resultados concretos com o tempo e com a aplicação consistente do método.
Não tenho como dizer que 100% dos alunos ficaram satisfeitos. Nenhuma empresa honesta diz isso. O que eu posso dizer é que quem aplica o método, constrói o produto e se mantém consistente, encontra um caminho real no mercado digital.
Quem entra esperando que eu faça o trabalho por ele vai se frustrar. Esse é o perfil que mais gera reclamação. Não porque o produto falha, mas porque a expectativa estava completamente desalinhada com o que o produto entrega. E parte da minha responsabilidade é ser mais claro sobre isso antes da compra.
É possível ganhar dinheiro com o Freesider?
Vou ser direto: sim, é possível. Mas não com qualquer postura e não sem trabalho consistente. Deixa eu te explicar a lógica por trás disso.
Existe uma fórmula que uso para explicar como o dinheiro funciona no mundo digital. Dinheiro é igual a Quantidade de Valor multiplicado por Quantidade de Pessoas multiplicado por Recorrência. Quem domina as três variáveis ganha exponencialmente mais do que quem vende apenas horas de trabalho.
O mercado de produtos de conhecimento tem uma característica única: você vende sem deixar de ter. Conhecimento é o único ativo que pode ser vendido centenas de vezes sem se esgotar. Não tem estoque, não tem logística, não tem limite geográfico. Você cria uma vez e distribui infinitamente.
O que ensino hoje é criar produtos digitais como mentoria, ebook, curso e comunidade, combinados com agentes de IA que automatizam as partes operacionais do negócio. Social mídia, copywriting, análise de dados, atendimento ao cliente. Tudo isso pode ser executado por agentes configurados com o seu conhecimento específico.
O método que uso para criar agentes de IA define seis pilares: Propósito do agente, Roteiro de contexto, Orientações de formato, Material complementar, Personalidade e Tom de voz. Com esses seis elementos configurados corretamente, você tem um agente que opera com muito mais autonomia e precisão do que qualquer ferramenta genérica.
Isso reduz o tempo que você precisa dedicar às tarefas operacionais e aumenta o tempo disponível para o que realmente importa: criar, vender e crescer. O Sebrae tem publicações sobre o crescimento do mercado de infoprodutos no Brasil que mostram o tamanho real da oportunidade que existe nesse espaço para quem está disposto a construir com seriedade.
Uma audiência de 4 mil pessoas com uma dor específica em comum vale mais do que 60 mil seguidores sem nenhuma conexão real com o que você oferece. Qualidade bate quantidade quando o objetivo é venda. Esse é um dos princípios que mais muda a mentalidade de quem aplica o método.
Como eu posso dar certo como Freesider?
Tem três critérios que uso para avaliar se um negócio digital vale começar. Primeiro: ele precisa ser fácil de aprender, aplicar e replicar. Segundo: ele precisa ser possível de manter com consistência sem te destruir no processo. Terceiro: ele precisa escalar sem te sobrecarregar a ponto de você trabalhar mais horas do que trabalhava na CLT.
Se o seu modelo de negócio para completamente quando você tira uma semana de férias, você não construiu um negócio. Você criou mais um emprego, só que sem os benefícios trabalhistas.
A IA transformou esse cenário de forma irreversível. Com agentes de IA bem configurados com o seu conhecimento, você consegue operar partes inteiras do negócio no piloto automático. Não estou falando de chatbots genéricos que qualquer pessoa monta em dez minutos. Estou falando de agentes personalizados que falam com a sua voz, conhecem o seu público e executam tarefas complexas de forma autônoma.
Um dos conceitos centrais do que ensino é o Brand Brain. É essencialmente um documento estratégico do seu negócio: quem é o seu público, qual é o seu diferencial real, quais são as histórias que importam, qual é o tom de voz que conecta. Esse documento alimenta os agentes de IA e garante que tudo que sai do seu negócio esteja alinhado com quem você é.
Outro conceito importante é o de perfil de nicho. Um canal temático construído com consistência em torno de um assunto específico tem muito mais poder de conversão do que um perfil genérico com mais seguidores. A especificidade é o que atrai o cliente certo, e cliente certo é cliente que compra, que renova e que indica.
Dar certo como Freesider também passa por entender que oferta alta reduz valor percebido. Quanto maior o número de pessoas fazendo exatamente o que você faz, menor o seu valor de mercado. Especialidade reduz concorrência e aumenta o preço que você pode cobrar com legitimidade.
Não existe receita mágica. Existe método, consistência e a disposição de construir algo real ao longo do tempo. Quem tem isso encontra espaço no mercado digital de 2026.
Tenho alguma garantia ao comprar o Freesider?
Sim. E essa resposta tem dois níveis que você precisa conhecer.
O primeiro nível é legal. Todo produto digital vendido no Brasil está sujeito ao Código de Defesa do Consumidor. Isso garante ao comprador o direito de arrependimento em até 7 dias para compras realizadas fora de estabelecimento físico, o que inclui todas as compras online. Isso é lei, independente do que qualquer empresa diga ou deixe de dizer.
O segundo nível é o que eu ofereço além do que a lei exige. Meus produtos têm garantia estendida porque eu não quero dinheiro de quem não está satisfeito. Dinheiro retido de cliente insatisfeito não é receita. É problema aguardando para aparecer em forma de reclamação e reputação danificada.
Se você comprou um produto meu, não gostou e quer o reembolso, existem caminhos claros. Você pode usar o Reclame Aqui, pode usar o Consumidor.gov.br, que é a plataforma oficial do governo federal para resolução de conflitos entre consumidores e empresas, e pode contatar diretamente o nosso suporte. Os canais existem e funcionam.
O que eu não aceito é o argumento de que o Freesider não entrega porque alguém comprou sem se dedicar e não teve resultado. Eu forneço o método, a estrutura e as ferramentas. A aplicação depende de quem está do outro lado da tela. Nenhum método do mundo substitui a ação de quem comprou.
Resultado não é prometido porque resultado depende de variáveis que estão fora do meu controle. O que eu prometo é que o método é sólido, que o suporte existe e que qualquer problema legítimo vai ser tratado com seriedade. Sem sumiço, sem enrolação.
A conversa sobre “o freesider está no reclame aqui” nunca vai ter uma resposta de uma linha. Tem contexto, tem história, tem evolução e tem uma postura clara da minha parte. Prefiro contar essa história com transparência do que tentar varrer qualquer crítica para debaixo do tapete. Se você chegou até aqui, já tem informação suficiente para tomar uma decisão com consciência.
Quer destravar seu negócio digital?
Se você quer ter clareza sobre os próximos passos e parar de girar em círculos, agenda uma sessão de diagnóstico gratuita com nosso time. É uma conversa rápida onde a gente entende sua situação e te mostra o melhor caminho pra você.